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G3 Full: o fenômeno que conquistou o mercado


Safra 2015/2016 opera com mais de 60 redutores planetários G3 Full TGM no Centro-Sul, no Nordeste e no exterior. Durabilidade, monitoramento eletrônico, intercambialidade e confiabilidade são fatores determinantes 

Com mercado cada vez mais competitivo e antenado nas inovações tecnológicas para ter mais eficiência energética, controle da moagem, maior segurança e economia em manutenção das moendas e difusores, a busca por equipamentos com esses requisitos é constante no setor. Com dois anos do lançamento da linha de redutores planetários, o G3 Full TGM tornou-se um marco no mercado em acionamento de moendas e difusores em várias regiões do Brasil e até mesmo na América do Sul. Até hoje, mais de 60 redutores estão instalados no campo. 

A ascensão deste equipamento se deve pela versatilidade e menor custo de implantação. “Atribuo o crescimento G3 Full pelo diferencial no ciclo de manutenção de até 10 safras e também por permitir aplicação rolo a rolo e central”, comentou o coordenador comercial da Unidade de Negócio Transmissões TGM, Vicente de Paula Silva Jr. Entre as unidades que adquiriram são: BP Tropical, Nardini, Guarani S.A., Raízen, SJC Bioenergia, Biosev, Da Mata, São José da Estivas, Uberaba, Vale do Tijuco entre outras. 

No Nordeste, a Usina Camaragibe, de Alagoas e a Monte Alegre, da Paraíba instalaram o G3 Full para esta safra. “Desde que o primeiro planetário G2 TGM foi instalado, a moagem melhorou significativamente e vai progredir ainda mais. É um equipamento muito simples, com grande versatilidade e não requer manutenção”, relatou Marcos Pontes, engenheiro mecânico da Camaragibe. 

A Monte Alegre está com quatro redutores planetários TGM no total. “Estamos muito confiantes quanto ao desempenho do redutor por ser o mais moderno no Brasil, atualmente”, disse Marlene de Fátima Oliveira, gerente industrial da Monte Alegre. 

No exterior, os redutores planetários TGM também estão presentes. Na La Corona, El Angel e Los Balcanes, o G3 Full vai elevar o nível de produtividade na extração e contribuir no fortalecimento do processo industrial. Isso só é possível porque os planetários apresentam estrutura compacta, têm maior robustez, baixo custo de obra civil e de manutenção. Eles ainda contribuem com o balanço energético, principalmente, na geração e exportação de energia. 

Vale lembrar que a TGM conta com uma equipe especializada no desenvolvimento e aplicação dos redutores planetários com conceitos diferenciados e estudados em campo para ter mais eficiência e segurança, tendo em vista que estes são um dos principais pontos para elevar o volume e a continuidade de geração de energia.  

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Sobre a TGM: Sediada em Sertãozinho, SP, a TGM constitui as Unidades de Turbinas, Transmissões e Serviços, possui também outras três empresas sendo em Maceió, AL, em São José dos Campos, SP e em Nürnberg, na Alemanha e está presente em mais de 40 países com mais de 550 clientes atendidos anualmente. Com infraestrutura e tecnologia avançadas, equiparadas às maiores fábricas do mundo, a TGM é considerada a maior empresa da América Latina no segmento de turbinas a vapor, redutores e serviços. Em equipamentos novos são mais de 1.000 turbinas, 1.300 redutores planetários e 550 redutores de eixos paralelos fabricados. Em serviços como revisão, recuperação, modernização e outros mais de 2.800 turbinas, 2.000 redutores planetários e 1.000 redutores de eixos paralelos passaram pela TGM.