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Celso Albano de Carvalho

Gestor Executivo da Orplana

Op-AA-64

O surgimento do grande arquipélago global
Que todos nós façamos nossas reflexões e análises, com diagnósticos e prognósticos sobre a situação de perplexidade que o mundo enfrenta atualmente perante uma pandemia virótica, sutilmente anunciada, porém muito pouco interpretada em profundidade em seus primeiros sinais.
 
Que busquemos uma luz divina que possa introduzir nas mentes de nossas lideranças, no sentido de que isso se reverbere a todos neste momento. Que seja um guia para os bons propósitos de poucos perante as vontades pequenas e egoístas de muitos, inspirando um direcionamento aos mestres que poderão nos servir a partir de agora.
 
Que se construam verdadeiros muros isolando as más intenções e maldades que surgirão; e que a plenitude da solidariedade, da empatia, da paciência e do amor venham a reinar sobre todas as mentes deste novo arquipélago que está se desenhando. O plano do novo planeta está se configurando. 
 
Saibamos nós interpretá-lo e implantá-lo. O mundo nunca se deparou, em século atual, com tamanho colapso das sociedades, ocorrendo verdadeiros “cabos de guerra” entre preservação de vidas e infraestrutura de saúde sustentável  para atender às pessoas contaminadas, perante o caos econômico que, em poucos dias, semanas e meses, já demonstra o quanto o mundo é organicamente ligado e ao mesmo tempo desconexo em visões da busca pelo entendimento do cenário premente, ou na elaboração de cenários que apaziguem anseios, temores e terrores de todos.
 
Está se estabelecendo dentro dos seis continentes – África, Antártida, Ásia, Oceania, Europa, e Américas – o surgimento de “ilhas” de isolamentos entre países e entre cidades. Os grandes países comportam-se também como continentes, tendo um similar processo de avanços territoriais de contaminação, isolamento, regressões da contaminação e novos avanços, ocasionando a grande temeridade de quanto tempo isso tudo irá demandar.
 
Não se comparam comportamentos de países que se enquadram como estados dentro dos referidos países continentais. A verdade é uma só, todos se isolam e começam a se voltar para os interesses da coletividade regional, uma luta pela sobrevivência dos humanos ali residentes, bem como das economias ali colapsadas.
 
Teorias são elaboradas por estudiosos, estatísticos, economistas, analistas, futurólogos, avaliadores do presente atual; porém todos, sem sombra de dúvida, não conseguem entender a dinâmica avassaladora da pandemia da Covid-19, mas começam a entender uma necessidade de construção de pontes de intercâmbios de conhecimentos, aprendizados, comportamentos mediante os isolamentos, para que, juntos, se consiga superar essa fase, com uma visão literalmente pragmática de que o desastre estará instalado sob o aspecto de perdas de vidas humanas, de talentos profissionais, de lideranças, de pensadores e, de maneira geral e honrosamente falando por todos, dos trabalhadores.

É perante o desastre das perdas humanas e financeiras que se construirão essas pontes de regeneração do planeta, um novo planeta, uma nova Terra. A desconfiança em se aproximar das pessoas, de promoção de reuniões, discussões, festas, shows e entretenimentos dos mais diversos fará com que um novo comportamento social surja, com o auxílio dos aprendizados da tecnologia de comunicação e com o aprendizado da ação comunitária, cooperações mútuas para se enfrentar essa reconstrução necessária.
 
Na atividade agropecuária, profunda base de suporte alimentar, estrutural, energético, decorativo, turístico, de vestuário, industrial, será necessária uma visão coletiva, sinérgica, buscando setorialmente o levante e a capacidade de se enxergar e perceber oportunidades de suportar a carga que certamente lhe recairá, como base econômica e geradora de continuidade da produção de recursos, divisas e aproximações.
 
Países colapsados necessitarão de mais alimentos, energia, vestuário, equipamentos e tecnologias. E quem, como o Brasil, produz em abundância e competência, as divisas do agronegócio certamente obterá algumas frestas de percurso na busca de recuperar-se.
Mas não se poderá ser contagiado pelo oportunismo, pelo protagonismo egoísta e pela falta de compartilhamento das experiências vividas.
 
Devemos ter consciência da competitividade pela eficiência e entrega ágil, mas não pela concorrência desleal e antiética. Nunca se viu tamanha oportunidade de movimentos setoriais, ações sinérgicas e coletivas trazendo um alento às bases e brechas interessantes de crescimento, com conhecimento de causa e de efeito.
 
De causa, pelos fatos do desastre ocasionado pela pandemia da Covid-19, e de efeito, pelo que se aprende com momentos de guerra travados como este, em que o inimigo oculto faz surgir teorias conspiratórias que só trarão confusão nas decisões e na condução das ações junto às sociedades atingidas.

Sabedoria, compartilhamento do conhecimento, pragmatismo, sensatez, solidariedade, cooperação, empatia e paciência serão nossos direcionadores. Ninguém tem as respostas claras, e apostas e opiniões são lançadas diariamente. O jeito ou a forma como se apegam a determinadas respostas, apostas ou opiniões construirá ou aprofundará mais os abismos existentes entre as sociedades, ou se fará necessário, gradativamente, através do aprendizado pelas alternativas, sofrimentos, erros, acertos e entendimentos, a construção de verdadeiras “pontes”, que reúnam ou voltem a unir as “ilhas” de sociedades que estão se desenhando neste Novo Planeta, o Grande Arquipélago Global.
 
Fica aqui, então, um ensinamento profundo do Mestre Tibetano Djwhal Khul, através de sua oração “A Grande Invocação”, que me inspirou este artigo e expressa que existe uma inteligência básica a que se dá o nome de Deus. 

Que existe um Plano divino de evolução no Universo cujo poder motivador é o amor. Que uma grande individualidade denominada Cristo pelos cristãos – o Instrutor do Mundo – veio à Terra e personificou esse Amor para que os seres humanos pudessem compreender que o amor e a inteligêcia são efeitos do Propósito, da Vontade e do Plano de Deus. 

Que muitas religiões creem em um Instrutor Mundial, conhecido por nomes como o Senhor Maitreya, o Iman Mahdi, o Messias, etc. Mas, realmente, somente por meio da humanidade é possível implentar o Plano Divino.

A Grande Invocação:
"Do ponto de luz na mente de Deus
Que flua a luz à mente dos homens
e que a Luz desça à Terra!
Do ponto de amor no coração de Deus
Que flua o amor aos corações dos homens
Que Cristo retorne à Terra!
Do centro onde a vontade de Deus é conhecida,
Que o propósito guie a vontade dos homens,
Propósito que os Mestres conhecem e servem!
Do centro a que chamamos a Raça dos Homens,
Que se realize o Plano de Amor e de Luz
E cerre a porta onde se encontra o mal!
Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam
O Plano Divino sobre a Terra,
Hoje e por toda a eternidade! "