Abel de Miranda Uchôa

Diretor Geral da SJC Bioenergia

Op-AA-060

A SJC Bioenergia e o desenvolvimento regional
A SJC Bioenergia é jovem e moderna. Ela é a primeira usina flex, processando grãos e cana, com tecnologia inovadora no País, operando praticamente os 365 dias do ano. Por isso já tem muito a contar e, principalmente, a se orgulhar no que se refere à inovação e ao desenvolvimento do território em que se encontra. 
 
Em oito anos, a empresa é parte fundamental de uma história robusta do desenvolvimento de Quirinópolis, no sudoeste do estado de Goiás. O último ranking do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) coloca o município, sede de uma de suas duas operações, como o quarto melhor no estado. O índice da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), uma referência no País quanto ao desenvolvimento socioeconômico brasileiro, acompanha três áreas: Emprego & Renda, Educação e Saúde e utiliza-se exclusivamente de estatísticas públicas oficiais. 
 
O crescimento da cidade, acompanhando a linha histórica do IFDM, está correlacionado com as etapas da instalação e da evolução da empresa, desde quando foi criada a Usina São Francisco - USF, em 2005, uma das unidades do Grupo São João de Araras, embrião da SJC Bioenergia, uma joint venture com a Cargil, em 2011. Também fica evidente quando se verifica com outros marcos de nossa operação na região, como a inauguração do segundo difusor (2008), início da operação da Usina Rio Dourado (2013), no município vizinho de Cachoeira Dourada, e da Unidade Processadora de Grãos – UPG (2015) na USF. Veja o quadro:
 
Abrindo os valores do IFDM de Quirinópolis (0,8387), pode-se verificar os valores de cada item que o compõe: Emprego e Renda (0,6936), Educação (0,9180) e Saúde (0,9043). Ou seja, elementos que caracterizam o que a população mais valoriza no que se refere ao bem-estar. 
 
De forma clara, os dados mostram a influência direta da SJC Bioenergia no crescimento e desenvolvimento de Quirinópolis e da região sudoeste de Goiás. Não é por acaso que o município, de acordo com dados do setor, é o maior produtor de cana-de-açúcar do estado e o segundo no Brasil. Um retrato estatístico que encontra sua base em três fortes elementos presentes em nossa história, característicos de nossa empresa: pessoas, inovação e resultados. É evidente que a fixação da empresa nesse território contou, além da visão estratégica dos sócios fundadores, com a decisão de incentivos públicos visando ao desenvolvimento de um polo agroindustrial na região. 
 
Houve incentivos oriundos da União, do governo do estado e do poder municipal, que tornaram possível a transformação do projeto dos acionistas da SJC Bioenergia em um catalizador do desenvolvimento local e regional. A evolução dos indicadores socioecomômicos de Quirinópolis, de 2002 até 2018 (projeção), não deixa dúvida da influência direta da chegada da empresa com a melhora da economia e da arrecadação de tributos e emprego e renda das pessoas. 
 
Modernamente, se entende que o desenvolvimento territorial é uma combinação desses fatores que incluem políticas governamentais, iniciativas do setor privado e participação da sociedade civil e que vão dinamizar a economia local e estimular outros atores regionais. Trata-se de um de desenvolvimento gerado por meio de política de planejamento regional envolvendo diversos atores.
 
A SJC Bioenergia tem clareza de sua contribuição nessa realidade de crescimento e desenvolvimento e acredita que irá continuar sendo parte dessa evolução regional, pois há muito por crescer e evoluir ainda. Com investimento na qualificação dos funcionários, novas tecnologias e expansão orgânica, será possível manter a rampa evolutiva de nossa produção e, por consequência, continuar impactando positivamente no progresso e no desenvolvimento locais.
 
Essa projeção tem respaldo pelo nosso histórico de crescimento e também quando se analisam melhor os dados do ranking da IFDM para Goiás. Dos quatro melhores municípios, o agronegócio tem uma forte relevância em sua economia. Precedem Quirinópolis nesse quadro, pela ordem, os municípios de Chapadão do Céu, Itumbiara e Ceres. 
 
A modernidade e a inovação aliadas à continuidade dos esforços da iniciativa privada e do poder público tornam possível acreditar que a região poderá desenvolver uma cadeia produtiva derivada do negócio sucroenergético, ampliando para o surgimento de oportunidades para desenvolvimento de um nicho da indústria de produção e processamento de proteína animal. 
 
Com a real chance de tornar Quirinópolis, além de maior produtor de cana-de-açúcar do estado de Goiás, em o maior produto de proteína animal. Essa será, seguramente, uma nova etapa do crescimento do município que, com certeza, conta com nossa influência direta. De nossa parte, continuaremos fazendo a diferença, desenvolvendo pessoas, cumprindo metas e construindo o que não foi construído ainda.